Terça-feira, Setembro 29

POE prende condenado por roubo ocorrido em Seberi

Após levantamento feito pela Seção de Inteligência do 37º Batalhão de Polícia Militar, o Pelotão de Operações Especiais (POE) da Brigada Militar cumpriu na tarde desta quinta-feira, 19, mandado de prisão definitiva contra um indivíduo de iniciais V. da F. , 37 anos.

O homem foi condenado pelo Poder Judiciário a cumprir cinco anos e quatro meses de reclusão, em regime inicial semiaberto, por participação em um roubo ocorrido em 14 de fevereiro de 2005, em Seberi. V. da F. possui ainda ocorrências policiais de roubo a coletivo, roubo a pedestre, posse de entorpecentes, ameaça e um tráfico internacional de drogas, quando foi preso em Cascavel, no Paraná, com 33 quilos de maconha.

No último fim de semana, o POE também prendeu outro condenado por participar do roubo em Seberi: V . M, 48 anos, apontado como mentor intelectual do crime.

Juntamente com outro comparsa, os dois teriam se aliado previamente para praticar o delito. Conforme denúncia oferecida pelo Ministério Público, mediante violência e grave ameaça exercida com emprego de arma de fogo (não apreendida), os três roubaram de dois homens o total de R$ 1389 e um celular. O motivo seria porque V . M devia R$ 829 a uma das vítimas, por isso, acertaram que enquanto estivesse ocorrendo o pagamento, V. da F. e R. A. , 33 anos, iriam chegar e anunciar um assalto. No local, V. da F. apareceu armado com um revólver na companhia de R.A., ordenaram que as vítimas e o mandante do crime entrassem no caminhão de uma delas. No veículo, conduzido por R.A., eles seguiram até as proximidades de Taquaruçu do Sul, onde subtraíram os bens e fugiram.

O magistrado que analisou o caso em 1º Grau, Marco Aurélio Antunes dos Santos, considerou – entre outras provas – que as vítimas descreveram que suspeitaram da conduta de Marin, primeiro porque os outros dois réus não pediram nenhum valor a ele e segundo porque, além de aparentar tranquilidade, se ofereceu como refém para que os demais fossem libertos, sendo que o caminhão e toda a carga também foram liberados pelos ladrões.

Em 2º Grau, na Quinta Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul, afastando a majorante de uso de arma de fogo, os desembargadores Luís Gonzaga da Silva Moura, Genacéia da Silva Alberton e Diógenes Hassan Ribeiro decidiram que os três deveriam cumprir cinco anos e quatro meses de reclusão, em regime semiaberto. R.A. já se encontra recolhido ao sistema prisional.

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